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A verdade é que a gente não faz filhos. Só faz o layout. Eles mesmos fazem a arte-final.
Brasil: esse estranho país de corruptos sem corruptores.


Gaúcho que é gaúcho não deixa sua mulher mostrar a bunda para ninguém. Nem em baile de carnaval. Gaúcho que é gaúcho não mostra a sua bunda para ninguém. Só no vestiário, para outros homens, e, assim mesmo, se olhar por mais de trinta segundos sai briga.

Mas eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo.

Muitas mulheres consideram os homens perfeitamente dispensáveis no mundo, a não ser naquelas profissões reconhecidamente masculinas, como as de costureiro, cozinheiro, cabeleireiro, decorador de interiores e estivador.

No Brasil o fundo do poço é apenas uma etapa.

Nunca usei bombacha, não gosto de chimarrão e nem de me lembrar da última vez que subi num cavalo. Aliás, o cavalo também não gosta.


Só acredito naquilo que posso tocar. Não acredito, por exemplo, em Luiza Brunet.

Você é o seu sexo. Todo o seu corpo é um órgão sexual, com exceção talvez das clavículas.

[Ao ser perguntado por que costuma o número dezessete tantas vezes em suas crônicas]Dezessete é um número cabalístico e, sendo cabalístico, eu não posso revelar. Brincadeira, não tem nenhum significado. Dezessete é uma palavra bonita.

A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer "escrever claro" não é certo mas é claro, certo?

Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data.

Com esse negócio de clonagem, já estou me sentindo um disco de vinil.

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